Fiscalização liberta 131 pessoas escravizadas na região da ‘Chacina de Unaí’
Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Minas Gerais (SRTE/MG) liberta 131 pessoas – inclusive oito adolescentes – que eram mantidas em condições análogas à escravidão no cultivo de feijão em duas fazendas
Por Bianca Pyl*
Operação coordenada pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Minas Gerais (SRTE/MG) libertou 131 pessoas escravizadas em lavouras de feijão na Fazenda São Miguel e na Fazenda Gado Bravo, localizadas respectivamente em Unaí (MG) e Buriti (MG).
O município de Unaí (MG) se tornou célebre justamente por causa do episódio da chacina de três auditores fiscais – Eratóstenes de Almeida Gonçalves, João Batista Soares Lage e Nelson José da Silva – e um motorista – Ailton Pereira de Oliveira – que estavam a serviço do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Eles foram assassinados numa emboscada durante fiscalização de rotina que realizam no dia 28 de janeiro de 2004. A data foi convertida oficialmente no Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo.
No conjunto da operação, foram fiscalizadas duas frentes de trabalho (Pivô 21, da Fazenda Gado Bravo e Pivô 9, da Fazenda Sâo Miguel), ambas direcionadas ao cultivo de feijão. A Gado Bravo está registrada em nome da Agropecuária Gado Bravo Ltda., que tem como sócios os irmãos Marino e Camila Stefani Colpo; já a São Miguel pertence a Marino Stefani Colpo. A família também possui a Fazenda Três Governadores. Juntas, as três propriedades somam 12 mil hectares e produzem milho, trigo, soja e feijão.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Gaa Mendes
México prende grupo que escravizou mais de 100
Vítimas eram obrigadas a trabalhar 16 horas por dia e sofriam abusos sexuais
O governo do México desarticulou nesta quinta-feira (3) um grupo criminoso que escravizou pelo menos 107 pessoas com idades entre 14 e 70 anos.
A Procuradoria de Justiça da Cidade do México, capital do país, informou ter desmembrado o grupo ao prender 23 de seus integrantes.
Os escravos, na maioiria indígenas, eram forçados a trabalhar 16 horas por dia na fabricação de bolsas. Eles recebiam apenas restos de comida e dormiam acorrentados, muitas vezes no chão.
As vítimas foram encontradas em um local disfarçado de centro de reabilitação de alcoólatras e viciados em drogas, em condições desumanas, insalubres e sem espaço. De acordo com a polícia, elas sofriam maus-tratos e abusos sexuais.
Trabalhadores vítimas de golpe e maus tratos voltam para casa
Os 22 trabalhadores que viviam em situação precária numa casa no Bairro Olhos D' Água, Região Oeste de BH, e foram resgatados pela polícia militar, vão voltar para as suas casas ainda nesta quarta-feira. A situação deles foi resolvida durante reunião realizada nesta manhã na sede da Superintendência Regional do Trabalho.
Os operários foram trazidos a capital com promessas de trabalho numa obra da cidade.O homem que trouxe os trabalhadores alugou uma casa para abrigá-los, mas os deixou no local sem comida. A dona da casa flagrou a situação dos operários e acionou a polícia.
De acordo com a Procuradoria Regional do Trabalho, a empresa Patrimar Engenharia, que seria a contratante do serviços dos operários, não reconheceu qualquer culpa ou vínculo com os trabalhadores, mas concordou em pagar as passagens de volta, e indenizar os homens em R$ 150 para cada um deles. Além disso, a empresa vai reembolsar ao sindicato profissional a quantia de R$198,75, referente à alimentação dos trabalhadores nesta quarta-feira
Vítimas eram obrigadas a trabalhar 16 horas por dia e sofriam abusos sexuais
O governo do México desarticulou nesta quinta-feira (3) um grupo criminoso que escravizou pelo menos 107 pessoas com idades entre 14 e 70 anos.
A Procuradoria de Justiça da Cidade do México, capital do país, informou ter desmembrado o grupo ao prender 23 de seus integrantes.
Os escravos, na maioiria indígenas, eram forçados a trabalhar 16 horas por dia na fabricação de bolsas. Eles recebiam apenas restos de comida e dormiam acorrentados, muitas vezes no chão.
As vítimas foram encontradas em um local disfarçado de centro de reabilitação de alcoólatras e viciados em drogas, em condições desumanas, insalubres e sem espaço. De acordo com a polícia, elas sofriam maus-tratos e abusos sexuais.
Trabalhadores vítimas de golpe e maus tratos voltam para casa
Os 22 trabalhadores que viviam em situação precária numa casa no Bairro Olhos D' Água, Região Oeste de BH, e foram resgatados pela polícia militar, vão voltar para as suas casas ainda nesta quarta-feira. A situação deles foi resolvida durante reunião realizada nesta manhã na sede da Superintendência Regional do Trabalho.
Os operários foram trazidos a capital com promessas de trabalho numa obra da cidade.O homem que trouxe os trabalhadores alugou uma casa para abrigá-los, mas os deixou no local sem comida. A dona da casa flagrou a situação dos operários e acionou a polícia.
De acordo com a Procuradoria Regional do Trabalho, a empresa Patrimar Engenharia, que seria a contratante do serviços dos operários, não reconheceu qualquer culpa ou vínculo com os trabalhadores, mas concordou em pagar as passagens de volta, e indenizar os homens em R$ 150 para cada um deles. Além disso, a empresa vai reembolsar ao sindicato profissional a quantia de R$198,75, referente à alimentação dos trabalhadores nesta quarta-feira
Gaa Mendes
Treze trabalhadores rurais morrem devido às péssimas condições de trabalho
04 de dezembro de 2005
Treze trabalhadores rurais morrem devido às péssimas condições de trabalho nas plantações de cana no interior de São Paulo, uma das regiões mais ricas do país. Deputados aprovam CPI para apurar crimes
Morte em usina no Rio Madeira mostra péssimas condições de trabalho na obra
No Rio de Janeiro reina péssimas condições de trabalho e a ditadura da empresa
Os trabalhadores do Benfica têm que enfrentar a falta de materiais e as precárias condições de trabalho, o assédio contra a greve e a revista diária dos seguranças
14 de junho de 2008
A ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) trata o trabalhador como lixo, obrigando a exercer função que não é a sua e a correr risco de acidentes dentro e fora da empresa.
A região do Benfica é considerada perigosa pelos trabalhadores. Muitas vezes a PM do Rio - diga-se de passagem a mais corrupta e violenta do País - fecha a avenida que dá acesso ao correio, por causa de Blitze. As lotações que chegam são impedidas de chegar em frente ao setor e os trabalhadores têm que continuar o trajeto a pé, correndo o risco de levar um tiro, pois na região, conhecida como "Faixa de Gaza", os tiroteios são constantes. Esse é o tipo de situação que os funcionários do Benfica têm que enfrentar todos os dias.
04 de dezembro de 2005
Treze trabalhadores rurais morrem devido às péssimas condições de trabalho nas plantações de cana no interior de São Paulo, uma das regiões mais ricas do país. Deputados aprovam CPI para apurar crimes
Morte em usina no Rio Madeira mostra péssimas condições de trabalho na obra
No Rio de Janeiro reina péssimas condições de trabalho e a ditadura da empresa
Os trabalhadores do Benfica têm que enfrentar a falta de materiais e as precárias condições de trabalho, o assédio contra a greve e a revista diária dos seguranças
14 de junho de 2008
A ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) trata o trabalhador como lixo, obrigando a exercer função que não é a sua e a correr risco de acidentes dentro e fora da empresa.
A região do Benfica é considerada perigosa pelos trabalhadores. Muitas vezes a PM do Rio - diga-se de passagem a mais corrupta e violenta do País - fecha a avenida que dá acesso ao correio, por causa de Blitze. As lotações que chegam são impedidas de chegar em frente ao setor e os trabalhadores têm que continuar o trajeto a pé, correndo o risco de levar um tiro, pois na região, conhecida como "Faixa de Gaza", os tiroteios são constantes. Esse é o tipo de situação que os funcionários do Benfica têm que enfrentar todos os dias.
Gaab
trabalho de sociologia
Casal é preso por maus-tratos a menina de 8 anos no ES
Criança contou à polícia que era mantida presa no banheiro e apanhava.
Segundo boletim médico, ela está desnutrida e tem ferimentos pelo corpo.
Os vizinhos ligaram para a polícia e denunciaram o crime. Algumas pessoas chegaram a invadir a residência para tentar agredir o casal.
Segundo a polícia, a criança contou que passava a maior parte do tempo presa no banheiro, não comia direito e apanhava. De acordo com boletim médico do hospital, a menina tem edemas pelo corpo, está desnutrida e tem queimaduras nas mãos. Ela pesa apenas 11 quilos - muito abaixo do normal para a idade.
A criança ficará sob os cuidados do Conselho Tutelar de Serra.
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