México prende grupo que escravizou mais de 100
Vítimas eram obrigadas a trabalhar 16 horas por dia e sofriam abusos sexuais
O governo do México desarticulou nesta quinta-feira (3) um grupo criminoso que escravizou pelo menos 107 pessoas com idades entre 14 e 70 anos.
A Procuradoria de Justiça da Cidade do México, capital do país, informou ter desmembrado o grupo ao prender 23 de seus integrantes.
Os escravos, na maioiria indígenas, eram forçados a trabalhar 16 horas por dia na fabricação de bolsas. Eles recebiam apenas restos de comida e dormiam acorrentados, muitas vezes no chão.
As vítimas foram encontradas em um local disfarçado de centro de reabilitação de alcoólatras e viciados em drogas, em condições desumanas, insalubres e sem espaço. De acordo com a polícia, elas sofriam maus-tratos e abusos sexuais.
Trabalhadores vítimas de golpe e maus tratos voltam para casa
Os 22 trabalhadores que viviam em situação precária numa casa no Bairro Olhos D' Água, Região Oeste de BH, e foram resgatados pela polícia militar, vão voltar para as suas casas ainda nesta quarta-feira. A situação deles foi resolvida durante reunião realizada nesta manhã na sede da Superintendência Regional do Trabalho.
Os operários foram trazidos a capital com promessas de trabalho numa obra da cidade.O homem que trouxe os trabalhadores alugou uma casa para abrigá-los, mas os deixou no local sem comida. A dona da casa flagrou a situação dos operários e acionou a polícia.
De acordo com a Procuradoria Regional do Trabalho, a empresa Patrimar Engenharia, que seria a contratante do serviços dos operários, não reconheceu qualquer culpa ou vínculo com os trabalhadores, mas concordou em pagar as passagens de volta, e indenizar os homens em R$ 150 para cada um deles. Além disso, a empresa vai reembolsar ao sindicato profissional a quantia de R$198,75, referente à alimentação dos trabalhadores nesta quarta-feira
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